Ultimamente venho pensando que os seres humanos estão perdendo a capacidade de sentir, de se emocionar, de se indignar. Vejo pessoas acompanhando, como se estivem assistindo a uma novela, o noticiário da morte de uma criança levada arrastada pela violência que assola o país. Todos se comovem, todos se entreolham, cabeças baixas, mas tudo tão distante. Parece que a violência só chega para os outros, e como gostamos da desgraça alheia, compadecemo-nos, mas permaneçamos em nosso mundinho protegido de tudo o que a TV noticia, ("o pior cego é o que vê TV").Eu ainda me indigno! Me revolto! Jovens, adolescentes, recém-chegados ao que chamamos fase adulta, mas que a dura vida de privações, privações que vão muito além do arroz-com-feijão, traçou passo-a-passo aquele caminho que me entristece ao ver. Falando assim, parece até que não sou uma jovem também... Mas está na hora de cada um de nós acordar para a realidade!
Precisamos transformar, transformação que constrói, transformação que promove verdadeiras mudanças.
Mudança, palavra que passa de boca em boca, mas que é difícil entender e mais ainda praticar. Eu posso mudar se quiser. Você também pode se tentar! Mas a minha influência na sua mudança não é muito grande, entretanto pode ter o significado de uma vida.
Mudança, palavra que passa de boca em boca, mas que é difícil entender e mais ainda praticar. Eu posso mudar se quiser. Você também pode se tentar! Mas a minha influência na sua mudança não é muito grande, entretanto pode ter o significado de uma vida.
As pessoas muitas vezes querem ter uma vida diferente, mas não se esforçam, não tem determinação...
Eu ainda me indigno! Tudo na vida é uma escolha!
Eu ainda me indigno! Tudo na vida é uma escolha!
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